Médio oriente…Após varias pesquisas na Internet, varias tentativas de escrever um texto que condensasse toda a informação com a qual fui confrontado….decidi escrever um texto que mostre a minha opinião sobre as questões relacionadas com o médio oriente, embora não seja, de todo, alguém que está por dentro dessas mesmas questões.
Comecemos então. Ao longo dos anos temos sido bombardeados com constantes notícias sobre o médio oriente. Fazendo um balanço sobre essas notícias, podemos retirar algumas palavras-chave sobre o tema: mortes, Arafat, Shimon Peres, faixa de Gaza, Palestina, Israel…
De todos estes nomes acima referidos como palavras-chave deste “processo”, falemos primeiramente de dois: Shimon Peres e Arafat.
Shimon Peres foi um dos únicos lideres Israelitas que tentou, de certa maneira, dialogar com Arafat, para que se conseguisse chegar a um acordo que estabelecesse a paz entre Israel e Palestina. Em 1993 foi parte activa nas negociações que conduziram aos acordos de Oslo, assinados entre Israel e a Autoridade Palestiniana de Arafat.
Contudo, o facto de Peres dialogar com Arafat enfraqueceu muito a sua imagem dentro do seu partido, nunca tendo este conseguido ser primeiro-ministro.
Quanto a Arafat, o seu nome está associado á polémica. Arafat foi um ditador sanguinário, criador de grupos rebeldes, mas que acabaria por receber o prémio Nobel da paz. Arafat foi, para mim, um ditador inicialmente intransigente que, com o passar dos tempos foi fazendo algumas cedências. Cedências essas que foram importantes para o assinar do tratado de paz em 93.
Relativamente a Palestina, Israel e á faixa de Gaza, o que há dizer é que o que os “une” são as constantes guerras. Israel e Palestina lutam constantemente pela ocupação da faixa de Gaza. Essa luta tem conduzido a várias mortes.
Agora que falei nas constantes mortes que assolam estes dois estados…falo também de lago que me choca. A passividade com que lidamos com todas estas mortes. Por norma, se virmos uma notícia de um carro que se fez explodir em Espanha, por exemplo, tendo isso feito vários mortos, ficamos devastados. Se essa mesma noticia se reportar não a Espanha, mas sim a Israel, a nossa reacção será nula. Não nos causará estranheza o facto de haver mais atentados, mais sangue derramado, mais pessoas inocentes a morrerem no médio oriente. Isto causa-me algum espanto, pois significa que já estamos habituados a que as noticias que temos sobre o médio oriente circulem á volta dos mesmos temas: Mortes, guerra.
Em jeito de conclusão, podemos afirmar que há uma crise no médio oriente. Essa crise foi despoletada há muitos anos, tendo como personagens principais os líderes da Palestina e de Israel. Estes dois estados lutam pela conquista de território. Israel é apoiado pelos EUA, a maior super potência mundial. Os palestinianos odeiam os EUA. A faixa de Gaza tem sido o campo de batalha primordial para as guerrilhas entre Israel e a Palestina. Milhares de mortes ocorreram. Milhares ocorrerão. O mundo assiste a isto tudo com uma passividade anormal. Resta-nos acreditar que a paz um dia chegará ao médio oriente…para já, não há solução á vista, mas a esperança é a ultima a morrer.
Comecemos então. Ao longo dos anos temos sido bombardeados com constantes notícias sobre o médio oriente. Fazendo um balanço sobre essas notícias, podemos retirar algumas palavras-chave sobre o tema: mortes, Arafat, Shimon Peres, faixa de Gaza, Palestina, Israel…
De todos estes nomes acima referidos como palavras-chave deste “processo”, falemos primeiramente de dois: Shimon Peres e Arafat.
Shimon Peres foi um dos únicos lideres Israelitas que tentou, de certa maneira, dialogar com Arafat, para que se conseguisse chegar a um acordo que estabelecesse a paz entre Israel e Palestina. Em 1993 foi parte activa nas negociações que conduziram aos acordos de Oslo, assinados entre Israel e a Autoridade Palestiniana de Arafat.
Contudo, o facto de Peres dialogar com Arafat enfraqueceu muito a sua imagem dentro do seu partido, nunca tendo este conseguido ser primeiro-ministro.
Quanto a Arafat, o seu nome está associado á polémica. Arafat foi um ditador sanguinário, criador de grupos rebeldes, mas que acabaria por receber o prémio Nobel da paz. Arafat foi, para mim, um ditador inicialmente intransigente que, com o passar dos tempos foi fazendo algumas cedências. Cedências essas que foram importantes para o assinar do tratado de paz em 93.
Relativamente a Palestina, Israel e á faixa de Gaza, o que há dizer é que o que os “une” são as constantes guerras. Israel e Palestina lutam constantemente pela ocupação da faixa de Gaza. Essa luta tem conduzido a várias mortes.
Agora que falei nas constantes mortes que assolam estes dois estados…falo também de lago que me choca. A passividade com que lidamos com todas estas mortes. Por norma, se virmos uma notícia de um carro que se fez explodir em Espanha, por exemplo, tendo isso feito vários mortos, ficamos devastados. Se essa mesma noticia se reportar não a Espanha, mas sim a Israel, a nossa reacção será nula. Não nos causará estranheza o facto de haver mais atentados, mais sangue derramado, mais pessoas inocentes a morrerem no médio oriente. Isto causa-me algum espanto, pois significa que já estamos habituados a que as noticias que temos sobre o médio oriente circulem á volta dos mesmos temas: Mortes, guerra.
Em jeito de conclusão, podemos afirmar que há uma crise no médio oriente. Essa crise foi despoletada há muitos anos, tendo como personagens principais os líderes da Palestina e de Israel. Estes dois estados lutam pela conquista de território. Israel é apoiado pelos EUA, a maior super potência mundial. Os palestinianos odeiam os EUA. A faixa de Gaza tem sido o campo de batalha primordial para as guerrilhas entre Israel e a Palestina. Milhares de mortes ocorreram. Milhares ocorrerão. O mundo assiste a isto tudo com uma passividade anormal. Resta-nos acreditar que a paz um dia chegará ao médio oriente…para já, não há solução á vista, mas a esperança é a ultima a morrer.

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