sexta-feira, 6 de abril de 2007

2 Minutos á Benfica mantêm o sonho vivo

Benfica e Espanhol de Barcelona defrontaram-se ontem a noite, em encontro a contar para os oitavos de final da Taça UEFA, tendo o jogo acabado com um resultado de 3-2, favorável á equipa Espanhola.

Foi um Benfica que, á semelhança do que se passara no jogo contra o FC Porto, apenas entrou em campo na 2ª parte. Mas afinal o que se passa com este Benfica? Talvez nem Fernando Santos saiba responder. Nos primeiros 45min do jogo de ontem, a equipa encarnada foi completamente dominada pelo Espanhol. E não se pense que a equipa de Barcelona é um colosso europeu. Nada disso. Aliás, podemos dizer que o domínio do Espanhol não foi por mérito próprio, mas sim por demérito do Benfica.

Entra Rui Costa, sai Coimbra

As coisas corriam mal e, aos 35 minutos, já o Benfica perdia por 2-0. Fernando Santos resolve mudar colocando de imediato Rui Costa em campo, fazendo sair o jovem João Coimbra. Contudo, as mudanças apenas se sentiram na 2ª parte. Já depois de ter sofrido o 3º golo, obra do melhor marcador da competição, Walter Pandiani, e já com Miccoli em campo, o Benfica assentou finalmente o seu jogo.

Miccoli trouxe maior dinamismo e criatividade ao ataque do Benfica, algo que Derlei não havia conseguido. Rui Costa, na 2ª parte, pegou no jogo do Benfica, conferindo-lhe maior certeza no passe. Era um Benfica a dominar o Espanhol.

1 Golo, 2 Golos

Apesar de estar a dominar, o Benfica continuava a perder. E não só perdia o jogo, como praticamente tinha a eliminatória perdida. Mas, em apenas 2minutos, o Benfica faz 2 golos (Nuno Gomes e Simão) e relança a eliminatória. 65minutos e estava tudo em aberto novamente.

Depois dos golos, os encarnados dispuseram de ocasiões para chegar ao empate. Miccoli, Rui Costa e Karagounis não conseguiram desfeitear o guardião do Espanhol.

Do lado do Espanhol também houve hipóteses de alterar o marcador, tendo Pandiani desperdiçado uma clara oportunidade de golo, já em tempo de descontos.

Ficou assim tudo em aberto para a 2ª mão, a disputar-se já na próxima 5ª feira no Estádio da Luz, já que, mercê dos 2 golos marcados fora, ao Benfica basta apenas uma simples vitória por 1-0 para passar para a próxima eliminatória da Taça UEFA. Uma coisa parece garantida..com este resultado obtido em Espanha..na próxima 5ª feira é de esperar um Estádio da Luz completamente cheio de Benfiquistas a apoiar a su

terça-feira, 3 de abril de 2007

Médio Oriente

Para comerçamos a falar sobre o Médio Oriente, primeiro é importante referir que este espaço geográfico é consideramos por muitos o berço e centro espiritual do Judaísmo, Cristianismo e Islamismo, define uma área cultural, pelo que é uma região sem fronteiras bem delimitadas. Considera-se parte integrante do chamado Médio Oriente, regra geral, o Bahrein, Egipto, Irão, Iraque, Israel, Jordânia, Kuwait, Líbano, Omã, Qatar, Arábia Saudita, Emirados Árabes Unidos, Iémen e Palestina.



Durante muitos anos esta parte do grande globo tem vindo a ter os seus problemas. A guerra, sem dúvida a principal referencia destes problemas, pode ter os seus dias contados com Israel a tentar apelar a paz em terra santa com os Árabes.
O primeiro-ministro israelita propós uma conferência organizada pela Arábia Saudita para discutir o chamado plano árabe, após o apelo ao diálogo feito pelos vizinhosAssim, Israel está pronto a discutir com os estados árabes moderados um plano saudita que prevê o reconhecimento do estado judaico e o estabelecimento de normais relações diplomáticas em troca do abandono dos territórios ocupados por Telavive em 1967.Esta abertura ao diálogo é anunciada pelo próprio Ehud Olmert, primeiro-ministro israelita, e surge como resposta ao um encontro entre líderes árabes do Médio Oriente que, juntamente com o líder palestiniano Mahmoud Abbas, estenderam a mão às negociações para tentarem proceder a paz.
O primeiro-ministro isrealita, Ehud Olmert admitiu fazer de tudo para alcançar a paz, naquele que pode ser o começo de uma nova era no Médio Oriente.O plano saudita, ou plano árabe, foi lançado em 2002 pela monarquia de Riad, e então recusado por Telavive.
O documento prevê o reconhecimento de Israel por parte dos países árabes e o estabelecimento de relações diplomáticas, em troca da criação de um estado palestiniano soberano com capital em Jerusalém Oriental, a retirada judaica da Cisjordânia e Montes Golã.

segunda-feira, 2 de abril de 2007

A minha visão sobre algumas das questões do Médio Oriente

Médio oriente…Após varias pesquisas na Internet, varias tentativas de escrever um texto que condensasse toda a informação com a qual fui confrontado….decidi escrever um texto que mostre a minha opinião sobre as questões relacionadas com o médio oriente, embora não seja, de todo, alguém que está por dentro dessas mesmas questões.

Comecemos então. Ao longo dos anos temos sido bombardeados com constantes notícias sobre o médio oriente. Fazendo um balanço sobre essas notícias, podemos retirar algumas palavras-chave sobre o tema: mortes, Arafat, Shimon Peres, faixa de Gaza, Palestina, Israel…

De todos estes nomes acima referidos como palavras-chave deste “processo”, falemos primeiramente de dois: Shimon Peres e Arafat.

Shimon Peres foi um dos únicos lideres Israelitas que tentou, de certa maneira, dialogar com Arafat, para que se conseguisse chegar a um acordo que estabelecesse a paz entre Israel e Palestina. Em 1993 foi parte activa nas negociações que conduziram aos acordos de Oslo, assinados entre Israel e a Autoridade Palestiniana de Arafat.

Contudo, o facto de Peres dialogar com Arafat enfraqueceu muito a sua imagem dentro do seu partido, nunca tendo este conseguido ser primeiro-ministro.

Quanto a Arafat, o seu nome está associado á polémica. Arafat foi um ditador sanguinário, criador de grupos rebeldes, mas que acabaria por receber o prémio Nobel da paz. Arafat foi, para mim, um ditador inicialmente intransigente que, com o passar dos tempos foi fazendo algumas cedências. Cedências essas que foram importantes para o assinar do tratado de paz em 93.

Relativamente a Palestina, Israel e á faixa de Gaza, o que há dizer é que o que os “une” são as constantes guerras. Israel e Palestina lutam constantemente pela ocupação da faixa de Gaza. Essa luta tem conduzido a várias mortes.

Agora que falei nas constantes mortes que assolam estes dois estados…falo também de lago que me choca. A passividade com que lidamos com todas estas mortes. Por norma, se virmos uma notícia de um carro que se fez explodir em Espanha, por exemplo, tendo isso feito vários mortos, ficamos devastados. Se essa mesma noticia se reportar não a Espanha, mas sim a Israel, a nossa reacção será nula. Não nos causará estranheza o facto de haver mais atentados, mais sangue derramado, mais pessoas inocentes a morrerem no médio oriente. Isto causa-me algum espanto, pois significa que já estamos habituados a que as noticias que temos sobre o médio oriente circulem á volta dos mesmos temas: Mortes, guerra.

Em jeito de conclusão, podemos afirmar que há uma crise no médio oriente. Essa crise foi despoletada há muitos anos, tendo como personagens principais os líderes da Palestina e de Israel. Estes dois estados lutam pela conquista de território. Israel é apoiado pelos EUA, a maior super potência mundial. Os palestinianos odeiam os EUA. A faixa de Gaza tem sido o campo de batalha primordial para as guerrilhas entre Israel e a Palestina. Milhares de mortes ocorreram. Milhares ocorrerão. O mundo assiste a isto tudo com uma passividade anormal. Resta-nos acreditar que a paz um dia chegará ao médio oriente…para já, não há solução á vista, mas a esperança é a ultima a morrer.